Como a Igreja Católica fundou os hospitais mais antigos do mundo, uma tradição que continua até hoje

Santa Fabíola foi responsável pelo estabelecimento do primeiro hospital no Império Romano do Ocidente, construído em Roma por volta de 400O “medo da ciência” é uma acusação injustamente levantada contra a Igreja Católica. Ninguém ouve falar, por exemplo, que a Igreja tem “medo da medicina”, já que a cura tem sido um aspecto central da Read More…

Como a Igreja Católica fundou os hospitais mais antigos do mundo, uma tradição que continua até hoje

Um terço para depositar aos pés de Maria as aflições e as dores da humanidade

O Papa Francisco rezará neste sábado um terço com os santuários do mundo. Você pode rezar junto com o Papa ao vivo O convite do Papa nos faz pensar que não estamos sozinhos: assim o reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, padre Carlos Eduardo Catalfo, comenta a oração do Terço neste sábado, 30…

Um terço para depositar aos pés de Maria as aflições e as dores da humanidade

Amar … Drummond

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade

Apresentando o ser humano como um ser social, que existe em comunicação com o outro, nesta composição o sujeito defende que o seu destino é amar, estabelecer relações, criar laços.

Descreve as várias dimensões do amor como perecíveis, cíclicas e mutáveis (“amar, desamar, amar”), transmitindo também as ideias de esperança e renovação. Sugere que mesmo perante a morte do sentimento, é preciso acreditar no seu renascimento e não desistir.

Apontado como “ser amoroso”, sempre “sozinho” no mundo, o sujeito defende que a salvação, o único propósito do ser humano está na relação com o outro.

Para isso, tem que aprender a amar “o que o mar traz” e “sepulta”, ou seja, o que nasce e o que morre. Vais mais além: é preciso amar a natureza, a realidade e os objetos, ter admiração e respeito por tudo o que existe, já que esse é “nosso destino”.

Para cumpri-lo é necessário que o indivíduo seja teimoso, “paciente”. Deve amar até a falta de amor, por conhecer sua “sede infinita”, a capacidade e vontade de amar mais e mais.

Gratidão, Carolina Marcello

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